Está sombrio, tempo divino de linhas imáginarias.
Minhas 24 senhoras divinas, que contaram sobre as janelas abertas do amanhã .
Sobre o som que os meu ouvidos sombreiam...
Sobre o vinho que bebo , e as letras que vús escrevo
Borrada de sangue, minha garganta grita por mais e mais .
Alguns sonos, alguns alguéns. Alguém á algum .
Olhares para trás , sentistes o meu rastro , o odor que lhe propus .
Sentiu meu coração bater com o sangue do teu ventre .
Letras suaves, apunhaladas de sangue .
Mas diga que o céu manda lembranças que o tempo me ilumina e me seca de tal odor .
És temeroso aos teus filhos, vinte e tantos poemas, vinte e tantos vagos .
quinta-feira, 20 de março de 2008
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