sábado, 16 de fevereiro de 2008

-póstumo

São olhos marejados de sol
É o sol marejado dos seus olhos
A cada dia roxo vindos defronte aos meus olhos
Se parece a verde escuridão musga .

Florescente aos meus olhos, floorescente.
Já não se ouve mais o peso da juventude a meia decáda vivida
Onde o sol se iluminara de tão teor caótico, onde a terra se afunda em seu própio amor
Onde os gravetos das árvores já não morrem com tanta frequência

Já não era mais sem tempos .
Já não cruzas com som da minha voz
Já nãos cospes mais aos chãos

Salva pela poder do tempo, já não temas os meu suor, odor, fervor de me aquecer .
O fedor das tuas rosas me atraem. já são 10 horas da manhã e já não há mais apocalipice .
Mas não temas Nazarét, porque o tempo é póstumo as nossas misérias.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Hoje eu pude perceber o quão inocente é a sua voz , doce criança .
Pude sentir os seus oços sobre os meus olhos .
A pressão da voz aos meus timpanos .
Consegui sobreviver a mais um dia sem ...
Pude me divertir, pude estar ciente de quem eu realmente sou.
Apesar de todas as tristezas, você ainda foi a vitória do meu dia glorioso .
E quando tudo isso acabar, será um dia diferente, um dia glorioso ...
E poderemos nos sentir sortudos outra vez .


Friend of mine .